FRANCISCO de HOLANDA

O projeto sócio-econômico e político para a colonização portuguesa na América, empreendida, após o período experimental das Capitanias Hereditárias, contornou, nas artes, completamente o gênio individual do homem do Renascimento Italiano. O projeto político colonial que D. João III confiou, em 1549, para Tomé de Souza, está completamente alinhado com a estética da Contra-Reforma e reforçado pela Santa Inquisição. Este projeto colonial não deixava espaço para muitas veleidades estéticas, além daquelas da Propaganda da Fé e da estreita obediência à Coroa Portuguesa.

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ORIGENS   DO   INSTITUTO   DE  ARTES  DA  UFRGS

O presente texto é uma sinopse da tese “ORIGENS   DO   INSTITUTO   DE  ARTES  DA  UFRGS: ETAPAS     ENTRE     1908-1962    E   CONTRIBUIÇÕES  NA CONSTITUIÇÃO    DE    EXPRESSÕES    DE   AUTONOMIA   NO   SISTEMA   DE   ARTES    VISUAIS  DO  RIO   GRANDE  DO SUL” de Círio Simon Essa tese buscou registrar as origens, o contexto e alguns dos eventos ocorridos ao longo dos primeiros 52 anos da existência da primeira unidade de ensino institucional das Artes Plásticas no Rio Grande do Sul. Foi no dia 10 de fevereiro de 1910 que iniciou a Escola de Artes do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul,  fundado em 22 de abril de 1908.  Essa Escola continua ativa no Departamento de Artes Visuais (DAV) do Instituto  de Artes (IA) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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CÂNDIDO JOSÉ de GODÓI

Não tardou o ingresso do novel engenheiro patrício nos serviços da Administração do Estado.
Desempenhou sucessivamente, de 1888  1897, os cargos de engenheiro-ajudante de 2ª e 1ª classe, Chefe de Tráfego e chefe de Locomoção, na Estrada de Ferro de Porto Alegre à Uruguaiana. Foi engenheiro-condutor de 1ª classe da Comissão das Obras da Barra d Rio Grande e ajudante de 1ª classe da Inspetoria do 6º Distrito dos Portos e Canais marítimos da República.
O dr. Godoy chefiou, de 1898 a 1906, os trabalhos de Dragagem do Rio Grande do Sul.

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JOSÉ SIMON

Jose Simon foi visto, no final da carreira de professor rural, como “um dos antigos formadores de inteligências no Município de Sarandi” . Estas palavras constam na ata do dia 21 de Outubro de 1960 e foi escrita pelas autoridades educacionais do município. O presente texto pretende fixar alguns momentos da vida e da obra deste antigo formador de inteligências. Era antigo pois estava chegando de trinta longo anos de magistério. Durante todo este tempo ele atendeu quatro turmas de estudantes em quatro séries com adiantamentos sucessivos, alojados numa única sala de aula de madeira na Linha Maneador Alto do município de Sarandi.

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Se fôssemos tão inteligentes como pensamos ser :
já teríamos chegado à sabedoria”          Sêneca (4 a.C – 65 d.C)

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